quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Um texto de protesto contra esta nação, o Brasil.

Laico. Simples assim.

A que compararia eu esta nação? Se fosse um ser, como eu o descreveria?

Diria que é alguma coisa grande que diz assim:

“Eu sou soberana. Meus filhos me adorarão a própria morte". Ela canta e ordena que eles cantem isso para ela.
 "Não, igreja nenhuma mandará em mim. Não protegerei nem oprimirei nenhum deus. Sou idolatrada. Salve, salve. Justiceira, com a graça de Deus. Deus seja louvado. Senhor, ajude-me. Eis a sua imagem! Sou soberana, não falarei de ti aos meus filhos. Nenhuma igreja manda em mim. Não, podem adorar e crer em quem quiserem, os meus filhos. Eu sou laica. Não posso forçar ninguém a crer em nada. Não tomo posição. Eis, meus filhos ouvindo da evolução que aconteceu. Sou laica. Aborto não... Hein? ...Homossexualismo... Ah... Sim.... ah... É, ei... Ah... Como a maconha, vem vindo...”

A nação Brasil dorme em sua soberania. Não tem marido e comemora não ser viúva. Sonha estar namorando com Deus, e também sonha em vender seu corpo a toda espécie de deus pagão. Comemora sua orgia de ano em ano, e faz festa e convida os vizinhos para ver que ela não está casada, nem tem assumido compromisso. A festa de carnaval, a grande orgia com os muitos idolos que ela possui como amantes.
Acha que está casada. Vive sonhando que é Israel. Fala de Israel como se fosse ela mesma. Porém, é terra maldita, idolatrada.
Come do que aparece diante de si. Pornografia, homossexualismo, evolucionismo, come dos EUA, e começa a embriagar-se com a sua luxuria.
Seu sustento são as injustiças das igrejas, desde a antiga católica medieval, que a justificam noite e dia. Ela vive dizendo “é por isso que não caso”. “estão vendo? Sou mais feliz sem igreja mandando em mim. Esse tal Deus, esse tal príncipe encantado é conto de criança. Isso nem existe. Vejam como brotaram no chão os filhos de Deus...”

Ama seus filhos. É uma grande mãe. Cuida deles com afeto e carinho, e não pouca dedicação dizendo, cada vez mais: “sou corrupta, sou corrupta, sou corrupta. Errei, errei, errei. São maus, são maus, são maus”.

É violenta, é vingativa. É punidora. É trapaceira. Tem filhos mais do que gostaria as vezes. Ela serve a si mesma, serva do seu próprio povo. Não de Deus. Ela vive para si. Por isso se escandaliza, quando diz “nem isso pode?”, e diz “não pode isso! Mas vejam só! Não pode!”

Não aceita Deus, porque não pode. Jurou sobre seu próprio nome dizendo “nunca casarei novamente, nunca terei marido que imponha lei sobre meus filhos. Porque nunca casarei com uma igreja, como a Europa fez. Jamais sonharei com casamento novamente”.

Nos espaços da sua vadiagem sofre tristemente, inconsolável. Sempre acaba no fim dizendo “meu corpo está dividido, não posso fazer nada. O que uma mão quer fazer a outra não quer, e eu sou laica. Prevalece aquilo que eu sempre fui, essa é quem eu sou, é assim que tem de ser”.

Não chora suficientemente. Não pensa muito em se casar. Mas lembra da festa. De ano em ano, onde brinca com seus deuses.
Diz “olhem, tenho tanta riqueza, tanta cultura”, lembrando ela de sua tola imaginação, e das mentiras que contaram a ela, que ela acredita as vezes e as vezes não, como Deus e papai Noel e evolução, não tendo inteligência suficiente para tomar posição.

Ela vive drogada. Vive falando mal de si. O tempo todo. Sempre. Dia e noite. Só reclama do quanto é feia, na sua cabeça. Vive dizendo “vejam só que absurdo! Olhem minha cara de corrupta”.
Esta cheia de contradições. Não sabe a quem agradar. Acha que tem de servir os ateus. Logo os católicos. Logo aos cristãos. Ali, ali estão os espíritas, e os outros grupos religiosos. Serve na macumba, e se fantasia de entendedora de cultura.
Ela se vê na mídia. No espelho. Que descreve como ela é. Ela até age como se fosse o espelho. O que o espelho diz ela pensa que é.

Ela perde tempo dia e noite vendo-se no espelho. As vezes brinca, as vezes ri, e perde a vida toda se olhando, muitas vezes. Vendo sua própria vida passar, de dia e de noite. Ouvindo fofoca dos seus vizinhos pela janela. Ouvindo piadas, histórias, bobagens. Rindo, brincando. Jogando, se distraindo, tentando fazer a vida passar mais rápido, de forma mais agradável.

Não tem solução. Vive dizendo isso: não tem solução. Até diz: já não disse? Não sou eu dizendo? Se não tenho solução, não tenho mesmo. Não há o que fazer.

Fica vendo a desgraça do mundo, o que acontece de pior nos outros países, seus irmãos e irmãs. Ela fica olhando e dizendo “que me importa?” e valoriza, tenta elogiar, e copiar tudo de bom e interessante. Gosta de dizer “olha só que interessante”.

Porém não pode sair de casa, praticamente. É uma grande entidade, mas presa aonde está. É o que é, e ali fica, esperando... Vendo os cristãos irem pra cá e pra lá, atrás de grãos de areia da sua terra. E ela fica ali, olhando... Assistindo, reclamando. Apontando, xingando, vendo e observando o que ela não tem esperança de ver acontecer, e que jurou sobre seu próprio nome dizendo: “solteira”.
Se disserem mais a ela é capaz que diga “não é agora um falso amante o que vem? Não vem agora o mal que há de vir? Não é o bandido que vem? O mentiroso que vem? E agora, não é o bandido que vem, e que logo esta vindo? Nem vem. Nem vem. Nem tem o que fazer mais. Já fiz o estrago. Agora vai de mau a pior. Mas as coisas estão melhorando... As vezes”

Vive assistindo os seus filhos se matando, se violentando, apática. Noite e dia, dia e noite, todo dia! Corre fazer alguma coisa, sentindo que não está fazendo nada. A sua ninhada é muito grande. Ela diz que não dá mais tempo. Vive assim, se curando enquanto adoece. Se limpando, limpando, limpando. Tomando remédios para depressão. Vive passando mal, se ofendendo, com o que não acreditava ter acabado de fazer. Fica dizendo “devia morrer!” e “Devia ir pro inferno” e “deviam jogar a chave fora”, pedaço por pedaço.

Ocupada com festas, brincadeiras, entretenimento. Laica, laica, laica. Jurou ser solteira, e acha que o certo é isso, ser de ninguém para ser de todo mundo para não dever justiça a ninguém, que mal conhece. Vive dizendo ao povo de Deus: mas eu já não lhes disse que eu sou laica? Eu já não lhes disse? Eu jurei sobre meu próprio nome, sou laica. Vocês estão entendendo? Eu não posso me entregar a ninguém. Não posso ceder. Não posso crer, só posso mandar e proibir tudo que quiser e que meus filhos aceitem, e que seja aceitável aos nossos olhos, menos crer. Eu estou proibida de ter fé. Tenham vocês aí debaixo. Deixem-me, eu sou justa. Sou solteira, e vocês, meus pensamentos, estão divididos.

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