sábado, 28 de julho de 2012

Estudo de Maria - O Estudo que faz a Justiça


Manter tradições só é correto se as tradições são certas. Se a tradição é adorar deuses falsos, temos de nos arrepender, e na lei de israel a tolerância religiosa não existia, e sim a pena de morte por tal crime.
(não vivemos em Israel, e temos mais valorização das pessoas, apesar dos seus pecados agora, mas mesmo assim, querer respeito idolatrando é como querer respeito para continuar comentendo crimes).

Vamos a alguns pontos ligados a doutrina da intercessão, e especialmente, da intercessão de Maria e de sua valorização, que são aos olhos de muitos protestantes, idolatria, e aos olhos de católicos, mera justiça com Cristo.

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Na bíblia não se chama maria de nossa senhora, nem lhe credita perfeição, capacidade intercessória infalivel, etc.
O ato de pedir ajuda a alguém vivo é permitido, mas se fosse pedindo como a uma divindade, seria proibido.

Ao contrario, a bíblia condena a comunicação com os mortos. Essa pratica pagã é desculpada por católicos alegando que os mortos estão vivos no céu. Porém, não foi dada exceção bíblica.
Deus falou certa vez a um rei que ele morreria e assim não veria o mal que Deus traria ao povo.

Além disso, a bíblia não exalta maria como intercessora nem como coisa especial. Ao contrario, quem nasce da carne é carne, e quem nasce do espirito é espirito. Maria pariu a carne de Jesus, e o milagre ela não podia fazer (até disse: como sem varão), o espirito santo que o fez. E ela não gerou o espirito de Cristo, pois é antes dela (como é antes de abraão), e ela sequer acompanhou-o, perdeu-o quando ele era menino.

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Jesus não gostava que o rebaixassem nem a filho de Davi, confundindo a importância e autoridade Dele. Imagina, se nem FILHO DE DAVI era titulo justo a Ele, imagina filho de maria.

Lucas 20. 41 – 44

Sobre quão bem aventurada é Maria por ter gerado e criado Jesus. Veja que embora tenham chamado Maria de bendita, Jesus disse que ANTES de ser bem aventurada ela, bem aventurados os que ouvem e obedecem a palavra de Deus. Então os obedientes (inclusive as mulheres) vão ANTES de Maria em serem bem aventurados, e por consequência penso eu, benditos.

Lucas 11. 27 – 28
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Quem Jesus considerava ser sua verdadeira Mãe.Quando disseram que sua mãe estavam lá fora querendo falar com ele, ele apontou para os seus discipulos e disse que eles que eram sua mãe, porque a mãe dele é quem quer que fizer a vontade do Pai. Ou seja, ele pouco importou-se com a mãe chamando, antes preferiu testemunhar que o que importa para Ele é que façam a vontade de Deus.

Mateus 12: 47 – 50
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Isso só para pincelar. Mas José não conheceu Maria (no sentido de ter relacionamento intimo, como ela mesma expressou, dizendo não conhecer varão) ATÉ dar a luz a Jesus. E +, pela lei de israel, quem dava a luz cometia pecado. É estranho, eram pecados ligados a pureza, mas é verdade. E ela aceitou que pecou, a ponto de ficar separada o tempo necessário e fazer os sacrificios. Então, ao menos num certo tipo de pecado, ela pecou sim, mesmo que essa lei já seja, por si só, estranha.

Fora que, Maria andar por ai visitando Jesus com "primos" (que é como católicos as vezes traduzem o termo irmãos) é estranho viu... Fora que José tinha direitos de marido.
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Lembremos ainda que os judeus se agarram a tradição até hoje, e não acompanharam Jesus, não puderam crer nele, em grande parte ao fato de estarem mais agarrados a suas tradições do que a justiça de Deus. Lembrando que muitos povos, por tradição, tinham seus idolos, e Israel tinha ordem de acabar com eles.

Se a tradição for blasfemar de Deus, invalida-se a tradição. E se é pra ser "a religião original", então é o judaismo, para eles o cristianismo é seita. Os judeus que se orgulhavam de ser "o povo" ao invés de fazer a vontade de Deus, e se deram mal.

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