quarta-feira, 20 de março de 2013

Julgando os outros: Marco Feliciano

Inicio hoje uma série de artigos sobre pessoas. Considero que é muito importante buscar dar minha opinião sobre figuras importantes do evangelho atualmente

(Se você não acha que é certo em hipótese alguma falar de pessoas, e critica-las, recomendo que procure meu artigo sobre julgamento)

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Marco Feliciano.

Atualmente, ele está sendo acusado de racismo e homofobia. Antigamente por ser pastor, evangélico e deputado, ele já era acusado de bandidagem e homofobia. Se antes era, agora muito mais já que assumiu um cargo importante.

Vamos as acusações:
Homofobia é: critica a homossexualidade. Assim aproximadamente mais de 20% da população dita evangélica deve o ser. Todas essas pessoas são incapacitadas para o cargo de defesa aos direitos humanos, uma vez que não consideram que homossexuais sejam seres humanos ou mereçam direitos de humanos.
Assim o sendo, é lógico e Marco Feliciano, assim como mais da metade do país no futuro estimado sobre o crescimento dos grupos evangélicos em poucos anos, deverá ser preso e certamente jamais exercer qualquer papel político. Nada mal em se tratar de direitos humanos.

Racismo: Pr. Marco Feliciano disse certa vez crer que os africanos são descendentes de cão, descendente de Noé, que foi amaldiçoado. Não concordo que seja verdade, mas isso não constitui racismo. A maldição de Noé foi injusta, mas que existiu existiu. A maldição nem foi para o filho que fofocou e sim para o descendente do mesmo, de modo que é lógico que não foi uma maldição justa. Porém a hipótese de Marco Feliciano não constitui um incentivo a amaldiçoar negros ou aprovação da maldição nem satisfação com o ocorrido. É apenas uma hipótese sobre as origens daquele povo, que pessoalmente eu não concordo estar correta, visto que não achei base bíblica suficiente para isso, mas que não implica em racismo mais do que uma procura da razão.

A pior coisa que o Pr. ousou fazer foi, aos olhos de muitos, deixar a igreja e ir para a política. Vejo o porque! Não respeitam uma pessoa religiosa como capaz de tratar os outros com justiça. É válido o deputado homossexual que acredita ser posto no poder graças a orixás ter poder político, e leis serem criadas ferindo a liberdade de expressão contra a homossexualidade, não é válido um pastor ser político ou defender os seres humanos, só porque não concorda com eles. Ora!

Se o cargo de cuidar dos direitos humanos precisa ser dado a quem aprova os grupos minoritários, precisamos de alguém que apoie o uso de macanha, macumba, homossexualidade, prostituição. Nada menos imparcial que isso. Isso sim seria "proteger os direitos humanos"? 

Não é necessário ser ateu para respeitar direitos humanos. Ao contrario, ateus tem dificuldade em lidar com as crenças e valores cristãos, assim como estes podem ter dificuldade em lidar com os valores de grupos como homossexuais, de religiões afro, ateus e outros. Mas quem serve então? Alguém que não tem opinião nenhuma sobre nada (como um verdadeiro estado laico, omisso sobre assunto importante)? Se Marco Feliciano não é adequado, quem o é? Alguém que torça para algum time bem pequeno. Então Ninguém melhor que um homossexual maconheiro de preferencia traficante, macumbeiro, simpatizante do sexo entre crianças e da zoofilia, de preferencia um travesti prostituto, para defender os interesses de todos os seres humanos, sim alguém que seja REALMENTE de um grupo minoritário (que diga-se de passagem não são minoritários sem razão) especialmente os grupos menores que certamente seriam "mal defendidos" por uma pessoa tão imparcial quanto um pr, enquanto que tal figura jamais iria oprimir nenhum evangélico ou católico ou qualquer outro, como quase aconteceu de minha religião que edificou esse país, praticamente virar crime do dia para a noite porque eu tenho o dever de me orgulhar de quem erra o alvo.

E viva a máxima: religião e politica separado. Afinal nenhum valor social melhor para ser juiz de todas as causas da sociedade do que um valor laico, apateísta, indiferente a questão religiosa e do divino.

Agora, se me derem licença, como quero ser candidato a alguma coisa um dia, vou experimentar fumar um baseado, me forçar a homossexualidade, xingar um pouco Deus e negar minha fé, para que eu possa concorrer a alguma coisa nesse país onde prostituta ganha votos aos montes e para pastor no poder ninguém fala "pior do que tá não fica".

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