sábado, 16 de março de 2013

Porque não concordo com a "ciência" dos homens, embora oficialmente ela não negue Deus


a "ciência" (que na verdade deveria ser chamado de grupo estudioso com método de adquirir conhecimento defeituoso, mas que mesmo assim se auto-intitula "ciência") não nega a existência de Deus, mas também não a afirma e nem ao menos a considera, antes a mantém como questão irrelevante e desprezivel. Somente isso já seria razão o bastante para criticar a "ciência" (ou falta da mesma, para ser mais exato).

É correto afirmar que a "ciência" não nega a existência de Deus explicitamente, mas devido ao seu desprezo pela questão ela cria um fenomeno de ignorancia associado a incredulidade. Ou seja: ela pode não dizer que Deus não existe, mas é no minimo ateísta fraca atualmente.

as teorias que geralmente são criticadas por mim e meu segmento incluem a teoria neo-darwiniana, a teoria do big bang e a teoria da terra antiga. Todas teorias ligadas as origens das coisas que existem por métodos aos meus olhos bastante improbabilisticos e criticados pelo livro em que creio. Essas "teorias" rivalizam-se com crenças minhas com base num livro, que sim, parece mais confiavel aos meus olhos que a sabedoria dos estudiosos que por DEFINIÇÃO DE CIÊNCIA excluem uma hipótese no minimo considerada razoavel por grande parte da população de ser levada a sério com base numa DEFINIÇÃO infundada: de que não vale explicar o mundo como fruto de agencia de um ser sobrenatural, acima do campo visivel. Ou seja: DEUS NÃO VALE, PORQUE AGENTE NÃO CONSEGUE ESTUDAR.

É verdade que "teoria" na "ciência" não é o mesmo que no linguajar popular, concordo. Porém o conceito de teoria ciêntifica não significa sinonimo da verdade (aliais, fora quando se quer defender a evolução, os cientistas gostam de dizer que nada é "fato", que a ciência não é detentora da verdade, mas a busca... A "ciência" baseia-se numa filosofia que na minha opinião é cética um tanto demais, mas na hora de defender a teoria evolucionista eles nos lembram do "fato" nunca provado aos NOSSOS olhos, mas tido como tal).

É importante entender isto: o fato de que uma afirmação não tem evidencias não prova que a afirmação é falsa. No meu conceito de conhecimento, você não precisa estar com seu rg com você para saber o seu próprio nome. Basta saber. Na definição do conhecimento dito cientifico a restrição para com "teorias" (linguajar popular, pois estariam mais no nível de hipóteses no linguajar cientifico)  se as evidencias não são justificadas não há conhecimento.

Ironicamente, porém, o raciocinio de que uma crença para ser verdadeira só precisa ser justificada em outra também verdadeira é BOM, desde que não haja discussão de que a premissa também era verdadeira. Em outras palavras, a definição é um tanto redundante e insuficiente. Se justificarmos crenças em outras tidas como verdadeiras e estas ultimas não o forem, novamente, falhamos. Se nos basearmos em evidencias e estas forem fraudes ou erros (como já ocorreu mais de uma vez com elos perdidos para o ser humano) então nossas crenças se tornam incoerentes. É semelhante ao raciocinio circular: se está na bíblia é verdade porque a bíblia diz que a bíblia é verdadeira. Estas coisas dependem de premissas aceitas.

Considerando isto tudo, e considerando o meu estudo biblico, alcancei confiança bíblica. Fora estudos a parte acerca da teoria da evolução, por exemplo.  E confio mais no que está escrito do que nos cientisticas alcançaram.

Mas como eu sou tão arrogante a ponto de achar que um bando de ciêntistas estão certos e eu não? Para começar, se os tais cientistas ignoram o assunto da teologia como um campo de avaliação, a questão da existência de Deus por exemplo, eles não estão sendo justos. Eles fazem isso ignorando a possibilidade do teísmo e do ateísmo, com uma afirmação irracional: que não podemos provar de que Deus não existe. Fala tipica de ateus, e mentira.

Nós podemos provar a não existencia de coisas a partir de definições precisas. A lógica permite a provação de que uma afirmativa é falsa. É lógico que dá muito mais trabalho provar que não há nenhuma agulha no palheiro do que simplesmente jogar o onus da prova no que acha que tem, mas não é conhecimento tão pouco. É uma hipótese válida e merece resposta. Algo que a "ciência" (que merecia portanto o nome de "a ignorancia") simplesmente ignora.

Como consequencia desses pensamentos incoerentes e arrogantes, conhecimentos com pouca evidencia se tornam desprezados porque não são teorias robustas ainda, mas poderiam o ser em anos. A teoria criacionista pode não ser tão grande coisa hoje, mas o darwinismo foi recebido em seu inicio. Não é o que ocorre.

A razão é simples: enquanto a "ciência" já tem sua teoria fundada, não gosta de concorrencia de hipóteses tão dificeis de negar ou invalidar como as vindas pelo método da revelação, que poderia muito bem ser fraude.  Ela age como ateísta forte embora só professe um ateísmo fraco (na verdade não professa, é ainda pior: nem assume o que é, ignorante da questão de maior valorização social e utilidade potencial para o entendimento do universo que existe). Enquanto diz que não nega Deus, massacra a teoria religiosa com a sua teoria conflitante, e não permite que a idéia de origem religiosa seja sequer levada a sério na comunidade ou educação apesar da sua popularidade social,  afirmando apenas o seguinte: não vale criação porque Deus não vale.

E porque Deus não vale?Porque não provaram Deus. Mas a principal prova da existência de Deus é a necessidade do mundo de um criador, uma das coisas que os criacionistas buscariam provar que o mundo precisa se a teoria deles não fosse barrada antes mesmo de começar.

Em sintese: é a arrogancia da ignorancia, que é chamada de ciência, de desvalorização da questão misturando ateísmo fraco no conhecimento com ateísmo FORTE na atitude, causando, ironicamente, o próprio eterno ateísmo.

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