terça-feira, 9 de junho de 2015

sonho sobre aborto

09 06 15

hoje tive um sonho horrível, mais horrível que o normal.
Uma visão sobre aborto


eu me vi numa ilha, onde havia um porto.
Lá havia ainda algo como a escravidão humana.
Era pior do que a escravidão. Uma voz de uma mulher
anunciava com relativa calma que eram “apenas coisas”

O que eu via era assombroso

era uma ilha onde havia pessoas andando.
no chão incontáveis corpos, largados como lixo.
A quantidade de lixo lembra a daquele filme “ensaio sobre cegueira” e de fato era uma quantidade de lixo que só se explica pelo fato de que as pessoas não enxergam e não querem enxergar onde tem andando.
Corpos de crianças, só de crianças somente.
eu via muitos corpos, via pedaços, via alguns que se mexiam ainda,
como se fosse um mercado de peixe, com os peixes largados
ao chão sangrando.

era isso o que eu via.  Eu vi mulher alegre, tinha gente pegando pedaço no chão, havia lugar onde vendia, suposta saída pra ilha da pobreza. (pobreza? Ironia! Nos EUA a maioria dos abortos são por conveniência, gente que ganha mais de 30 mil euros!
http://aborto.aaldeia.net/aborto-estados-unidos/

Provavelmente faz mais abortos que países pobres como africa do sul e outros. Sei que legalmente fazem). Elas estavam feliz como se fosse um comercio de carne. Não exatamente superfelizes, mas como a voz de cima dizia pausada e insistentemente e calmamente “são apenas coisas”.

Eu com muito cuidado olhando onde pisava não pisei em nenhum pedaço,
Como se fosse mudar alguma coisa (como dizem feministas) a idéia de “se não gosta de aborto não aborte”.

havia homem vendendo ingresso pra sair da ilha da miséria, daquele suposto país ultra miserável da Africa onde não se tem condição de criar filhos e onde eles são tratáveis não como escravos, mas mais que isso, com coisas. Eu não falei com ele, mas sinceramente acho que ele não tira ninguém da miséria. Ele vendia o aborto.

alguns corpos pareciam crianças já grandinhas e gordinhas como bebes que eram. Outras pareciam aglomerados de vários corpos como aqueles de gêmeos, como aqueles casos em que médicos entopem mulheres adultas de zigotos sabendo que causarão abortos, pra garantir que um sobreviva. O que é irônico, enquanto uns abortam dizendo ser por miséria, outros abortam de tanta necessidade de crianças.

O mais chocante foi ver alguns abortos ainda se sacudindo e se mexendo como peixes, eram as crianças que por vezes nascem vivas de processos de aborto e são deixadas para morrer.
https://padrepauloricardo.org/blog/isso-nao-e-um-bebe-e-um-aborto-a-tragedia-de-bebes-nascidos-vivos-durante-a-pratica-do-aborto

Eu estava calmo, ciente daquilo tudo, e que pessoas morrem, procurando sair da ilha e arranjar forças para enfrentar todo aquele comercio

Foi a coisa mais macabra que eu já vi.
E vi um cálice da ira de Deus, e ele estava cheio, mas só até metade, e cheio de sangue por causa daquilo. E a paciência de Deus era tal que até ali estava cheio até metade.
Mas eu temo que a metade que vi cheio era sangue das crianças. A parte que pertence aos abortistas não vi nada.

Normalmente a ira de Deus só transborda com o cálice cheio. Mas a verdade é que dessa extrema miséria em nível de africa digna de doações ou ainda mais, porque eles na sua ignorância geram, mas no seu amor criam seus filhos, eu só vi os bebes morrendo. Na Africa de verdade os adultos pagam parte do preço da vida da miséria

E o local que vi era semelhante a uma maça verde, porque as pessoas ainda tratam sexo como uma maçã, e amam mais a verde que a doce, e também tinha a aparência de um barco que supostamente iria lhes tirar da africa, porque aquele lugar era de bem lá em baixo da africa, de alguma ilha. E essa ilha que supostamente os livraria de si própria, ela me lembrava a forma de um pato. Porque poderia ser um cisne, porque o patinho feio parece um e viraria lindo (já era lindo, fofo), mas a verdade é que os únicos que pagavam o pato eram as crianças. E elas eram como um rio de sangue e esse era o dinheiro que fazia com que saíssemos da africa. E eu não vi saída da ilha, nem barco algum, e não vi saída porque não importava para onde íamos, não  saiamos dela, porque usávamos ela como um barco em formato de pato, saiamos vendendo os sangues dos nossos bebes, e jamais saiamos dela, e era a ilha prisão, e eu não me senti inocente por não ter esmagado nenhuma das crianças, porque eu estava numa ilha alvo da ira de Deus e fabrica de um cenário comparável ao inferno dos inocentes e não impedia aquilo tudo de acontecer.

E essa visão toda eu garanto que não foi eu quem inventou, eu apenas comentei

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